Ele não faz barulho. Não trava o app. Não dá tela vermelha.
Ele só vai comendo sua margem, pedido por pedido, enquanto você comemora o movimento. Você trabalha o dia inteiro, o restaurante lota, os pedidos entram — e no fim do mês o dinheiro sumiu. Não é azar. É matemática que ninguém te mostrou.
Fatura sobe
Mais pedidos, mais movimento, mais correria. No papel, o negócio está "bombando".
Saldo não acompanha
Vende mais e sobra menos. A conta não fecha e você não sabe explicar por quê.
A conta estoura
Aí você descobre — tarde demais — que estava trabalhando de graça. Ou pagando pra trabalhar.
Quase todo mundo precifica "por cima do custo", no olhômetro, ou copiando o concorrente. Só que o preço de venda no iFood tem que sustentar três mordidas ao mesmo tempo: o CMV (o que o prato custa pra ficar pronto), as taxas do iFood (que mudaram em 2026) e o imposto. Quem não monta o preço de dentro pra fora deixa uma dessas mordidas comer todo o lucro — sem nunca perceber.